Meu Cantinho no Japão

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18.9.11

Anvisa proíbe mamadeiras com bisfenol A no Brasil


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou nesta quinta-feira a proibição da venda e fabricação de mamadeiras que contenham bisfenol A (BPA) no Brasil.

A decisão é baseada em estudos recentes que apontam riscos à saúde decorrentes da exposição à substância.

Ela está presente no policarbonato, usado na fabricação de mamadeiras e presente no revestimento interno de latas de bebidas e alimentos.

Aquecer ou congelar o plástico acelera o desprendimento de moléculas de BPA.

Segundo a Vigilância Sanitária, apesar de não haver resultados conclusivos sobre o risco da substância, a proibição visa a proteger crianças com até 12 meses de idade.

A médica Elaine Costa, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, afirma que os efeitos tóxicos do bisfenol A foram encontrados em estudos em animais. "Eles demonstram que a exposição provoca doenças, mas estudos em humanos mostram só correlações."

A grande preocupação é com o efeito sobre hormônios sexuais. O BPA poderia provocar puberdade precoce, câncer, alterações no sistema reprodutivo e no desenvolvimento hormonal, infertilidade, aborto e obesidade.

"Como o BPA tem estrutura química semelhante à do estrógeno [hormônio feminino], ele atua como tal no organismo, podendo reprogramar as células e determinar infertilidade na vida adulta", afirma a endocrinologista.

O principal substituto do plástico policarbonato, que contém o BPA, é o polipropileno. Segundo a Anvisa, a maioria das mamadeiras de plástico no país são de policarbonato.

A professora Juliana Machado, 35, de São Paulo, parou de comprar mamadeiras de plástico para sua filha Ana Rita, 3, quando a menina tinha seis meses.

"Minha mãe avisou que o plástico solta uma substância nociva quando é aquecido, então passei a comprar as mamadeiras de vidro."

Ela conta que as de vidro são mais caras e difíceis de achar.

"Tenho que comprar sempre no mesmo lugar."

A indústria terá 90 dias para cumprir a determinação, a partir da publicação no "Diário Oficial da União".
Fonte: Folha.com

30.6.11

CASPA (Seborréia)


Sinônimos e nomes populares:

eczema ou dermatite seborréica, ermo, caspa.

O que é?

É uma doença que acomete 2 a 5% da população, sendo mais freqüente no sexo masculino, com início gradual das lesões. Pode ser mais intensa nos recém-nascidos e a partir da adolescência (períodos de maior atividade das glândulas sebáceas).

É uma erupção comum, com o aparecimento de manchas avermelhadas com escamas amareladas e finas, distribuídas no couro cabeludo, sobrancelhas, orelhas, parte central da face, peito e costas, sulco inframamário, umbigo, área genital e virilhas. O envolvimento ocular também pode ser observado (blefarite, conjuntivite).

Como se desenvolve ou se adquire?

A causa não é conhecida. É provavelmente uma resposta (reação) a um parasita comum da pele, o Pityrosporum ovale.

O que se sente?

A coceira é variável. Tem uma evolução crônica, com períodos de piora (estresse, frio, algumas doenças) e melhora (exposição solar, calor).

A descamação (escamas soltas) visível no couro cabeludo, comumente conhecida como caspa, é uma forma de dermatite seborréica, não sendo contagiosa. Nas crianças, acomete o couro cabeludo (chamada crosta láctea), área das fraldas (conhecida como dermatite das fraldas) e outras áreas de dobras.

Como o médico faz o diagnóstico?

Geralmente o diagnóstico é feito pela localização e tipo das lesões, associado a fatores desencadeantes. Raramente é necessário exame de pele, como biópsia, para fazer diagnóstico diferencial com outra doença de pele.

Como se trata?


Por se tratar de uma doença crônica, é importante o uso de medicamentos na pele e couro cabeludo tanto na crise quanto na intercrise - para tratar e prevenir as lesões - não tendo efeito curativo.

Como se previne?

As recidivas das lesões podem ser prevenidas com o uso de medicamentos adequados entre as crises. Ficar alerta para desencadeantes como inverno (frio e menor exposição solar) e estresse. As lesões não são contagiosas.


Gisis

1.11.10

Epistaxe na Criança



O que é?

O sangramento nasal é uma situação freqüente, principalmente em crianças. Quem de nós, em alguma época da vida, não teve um sangramento do nariz?

O que se sente?

Em princípio não há outra queixa além do próprio sangramento. A quantidade de sangue que sai do nariz, mesmo de uma criança pequena, é difícil de ser avaliada. A medida do volume de sangue perdido é altamente prejudicada pelo simples fato do sangue, mesmo em pequenas quantidades, ser capaz de produzir grandes manchas em panos, gazes, etc. O que dá uma impressão de gravidade, aumentando, assim, a angústia e preocupação dos pais e pessoas próximas à criança. Felizmente, esta situação raramente é uma ameaça à saúde e, portanto, pode ser conduzida com tranqüilidade.


Quando procurar o médico?

Se o sangramento ocorrer após uma batida na cabeça;
sangramento por mais de 15 minutos;
quando se torna muito freqüente;
se o sangramento causar dificuldade para respirar;
ocorrendo sangramento simultaneamente em outros lugares: pele, articulações, gengivas;
história de doença hemorrágica (sangramento) na família;
sangramento pelas duas narinas;
se houve introdução de corpo estranho, e
suspeita de fratura.


O que fazer?

Manter-se calmo e tranqüilizar a criança em posição sentada;
pressionar a narina sangrante contra o septo nasal por 10 a 15 minutos;
pode ser introduzido na narina um chumaço de algodão, mantendo a pressão;
não permitir que a criança deite de costas, para evitar que o sangue se aspirado, podendo provocar tosse e ou vômitos;
manter a criança em repouso por várias horas após cessar a hemorragia;
controlar a umidade do ambiente; o ar seco aumenta a possibilidade de voltar a hemorragia;
evitar o manuseio ou a higiene do nariz por um bom tempo para permitir a cicatrização,
a cicatrização total dos vasos pode levar de 7 a 10 dias.

Como se previne ?

Evitando que ocorram as situações que provocam o sangramento.




Gisis

7.10.10

Doenças da Primavera.


Varicela

 A varicela ou catapora é uma doença infecciosa aguda. Tem a capacidade de contaminar 90% das pessoas que entram em contato com o doente. Os primeiros sinais são semelhantes aos da gripe: febre, vômitos, coriza, enjôos e dores no corpo.

Depois surgem as famosas pintinhas vermelhas. Coçam sem parar. Em cinco ou sete dias, transformam-se em crostas, que caem depois de duas semanas. Geralmente, trata-se de uma doença benigna.

Na maioria das vezes, o contágio se dá através de gotinhas de secreções da boca e do nariz, e do contato direto com as áreas infectadas. O vírus passa por um período de incubação, que varia de 15 a 21 dias. Durante esse tempo, embora não apareça nenhum sinal de doença, há o perigo da contaminação.




Vacina neles!
 
Existe uma forma de imunizar o organismo contra o vírus causador da catapora. Acima de um ano de idade, os bebês podem ser vacinados. Gestantes e doentes febris devem deixar para depois.


fonte:http://www2.uol.com.br/topbaby/conteudo/secoes/bebe/saudebebe/585.html


Gisis 

3.10.10

BRUXISMO



Você tem bruxismo?


Bruxismo é o hábito de pressionar e ranger os dentes presente em muitos adultos e crianças durante toda a vida. O bruxismo ocorre quando os dentes entram em contato de maneira forçada, quer esse contato seja silencioso ou produza sons, especialmente durante o sono.


 bruxismo infantil


Por que isto ocorre? 
 

Muitos médicos e dentistas podem desconhecer a causa, mas o bruxismo pode ocorrer devido ao estresse psicológico experimentado pelas pessoas no dia-a-dia. O estresse pode ter sua origem em fatores internos e externos. Os fatores internos podem ser os alimentos que você consome, seu nível de preparo físico, sua estabilidade emocional, estado de saúde geral, nível de bem-estar e o número de horas que você dorme todas as noites. Os fatores externos relacionados com o estresse psicológico têm a ver com o ambiente em que você vive, sua interação com as pessoas quando está em casa e a maneira em que você enfrenta os desafios do dia-a-dia.



 O Impacto do bruxismo na boca:


As consequências do bruxismo são:
  • Desgaste do esmalte dentário e até mesmo da dentina;
  • Quebra dos dentes e próteses;
  • Sensibilidade dentinária;
  • Dor e mobilidade dos dentes;
  • Dor facial devido à força com que os músculos maxilares são pressionados;
  • Dor de cabeça;
  • Fadiga facial geral;
  • Dor na articulação temporomandibular .

Tratamento:


Os portadores de bruxismo devem procurar a ajuda de um dentista/especialista para determinar a causa do problema. O dentista pode recomendar o uso de placas oclusais para evitar a pressão ou o ranger de dentes durante o sono. Além disso, o dentista pode sugerir formas de reduzir o estresse e, portanto, o nível de bruxismo. Você pode também evitar alimentos como chocolate e bebidas que contenham cafeína e álcool. Evite mastigar com muita força e peça a seu dentista ou cirurgião maxilofacial que lhe indique alguns exercícios para relaxar os músculos maxilares durante o dia. Se seu caso dor de um bruxismo for mais severo, o especialista pode recomendar o uso de placa oclusal, assim como prescrever medicamentos para que você relaxe ou durma melhor. Seu dentista pode ajudá-lo a descobrir causa e a amenizar este problema.


 placa utilizada para evitar o desgaste



Gisis