Um Sapinho ficava na sua lagoa sozinho.Ele não tinha amigos e as noites se tornavam tristes para ele,pois não tinha com quem conversar.
Resolveu então contar histórias que imaginava pra ele mesmo em voz alta.
Falava que uma linda noite vestiu um lindo terninho verde e foi dançar num baile de sapos da cidade. Chegando no baile ele viu uma linda Sapinha que parecia mais uma Cinderela.Tão linda que era.Começou a conversar com ela e a tirou pra dançar.A Sapinha ficou muito feliz e perguntou onde ele morava.
Ele respondeu que morava numa linda lagoa,onde tudo era prateado.A lagoa era cheia de estrelas e durante o dia as águas refletiam a cor dourada do Sol.E o Sapinho continuou a contar sua linda história.
No final do baile a Sapinha pediu pra acompanhá-lo,pois queria muito conhecer o seu reino.Sim era um verdadeiro reino a lagoa do Sapinho.
De repente ele abriu os olhos e o que viu o deixou atônito.Uma linda Sapinha escutava bem quietinha a sua história,falando pra ele que amou ouvir tudo aquilo.
O Sapinho ficou todo feliz e a Sapinha prometeu que nunca mais ia deixá-lo sozinho e que ele era um verdadeiro contador de histórias.
Ele ficou muito feliz e resolveu contar várias histórias pra sua amiga Sapinha e quem sabe outros amigos chegariam também pra ouvir.E o sapinho não ficou mais triste e nem sozinho.O Sapinho falante virou o Sapinho Contador de Histórias.
Giselda Pereira
Meu Cantinho no Japão
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13.7.11
O SAPINHO FALANTE
12.7.11
UMA FLORESTA DIFERENTE
Certa vez um menino foi caminhando pela floresta.Nesta floresta as frutinhas falavam.
O Abacaxi ,falava na maior animação com a Maçã e explicava a sua importância .Que era muito rico.
A Uva ouvindo a conversa,ficou querendo saber qual era a riqueza do Abacaxi.Ele então começou a contar pra ela ,que era rico em vitaminas.Que todas as frutas tinham sua importância na alimentação das pessoas.
Saíram a caminhar e encontraram um lindo pomar.Ali encontraram vários amigos e a prosa foi maior ainda.
A Melancia falou que se sentia tão grande diante das outras frutas e se achava sem utilidade.As pessoas falam que eu só tenho água,as vezes ficou triste.Comentou ela.
O Melão começou falando que ela estava enganada.Ela tinha um complexo de vitaminas muito importante.A conversa das Frutas estava muito interessante.
O menino ouvia extasiado.Resolveu se sentar perto de uma bananeira.Uma Bananinha começou a se mexer e se mexeu tanto que caiu do cacho.
O menino ficou penalizado,pensando que ela poderia ter se machucado,mas ela ainda estava verdosa e agüentou o tombo.A Banana queria participar da conversa junto aos seus amigos.
De repente a Pêra sugeriu que fizessem uma rodinha pra dançarem.
Afinal de contas somos tão importantes,precisamos comemorar.Convidaram o limão pra organizar a dança.
A Uva veio linda,e se colocou no meio da roda.Ao redor dela,foram chegando,o Mamão,a Pêra,a Laranja,o Abacaxi,o Abacate,a Melancia e formaram uma grande roda .parecia mais uma bandeja de frutas.
O menino assistia a tudo e viu que aquela floresta era diferente.As frutas tinham vida e sabiam exatamente da sua importância.De repente as Frutas começaram a dançar,se misturaram e o menino viu uma verdadeira salada de frutas.
Giselda Pereira
8.7.11
A Árvore Encantada
A ÁRVORE ENCANTADA
Num lindo bosque havia uma árvore bem frondosa.Era uma árvore diferente.Tinha galhos enormes,florescia o ano inteiro.E as flores?As flores tinham várias cores.Era realmente fantástico.
As pessoas passavam e ficavam a admirá-la.
Certa vez um menino que gostava muito de passear no bosque,ficou cansado e resolveu descansar na sombra daquela árvore.
De repente ,o menino ouviu uma voz bem calminha que o chamava.Ele olhou pra todos os lados e não viu ninguém.E novamente a voz o chamava.De onde vinha aquele som...
--Olha pra cima,olha pra cima.
O menino não acreditava no que estava vendo e ouvindo.Era a árvore que falava.
E ela perguntou se ele acreditava em contos de fadas.Ele respondeu que sim.Ela não era uma fada,mas era uma árvore que falava e que podia atender um pedido seu.Só um.
Quando cair uma florzinha amarela,disse ela,você faz um pedido.O menino ficou esperando e só caiam flores azuis.
Ele já estava cansado de esperar e cochilou.
Logo escutou um barulhinho e olha a florzinha amarela do seu lado.Fez rapidamente o pedido.
A árvore ficou estupefata com o que ele pediu.Normalmente se pede coisas de uso material,mas ele não.O pedido foi especial.
O menino pediu a Paz no Mundo.
E a árvore sabendo que ainda está um pouco difícil,fez uma acordo com ele...Todos os dias ela ia deixar cair uma flor amarela e um dos pedidos seria esse.Que as pessoas se unissem,fossem solidárias e que a paz reinasse em nosso Mundo.
E ele, a ela prometeu que todos os dias ,viria colher uma flor amarela e que tinha esperança que não seriam muitas.
E os dois veriam alguém passar gritando...Paz,Paz...estamos vivendo no Reino da Paz.Que Reino maravilhoso!
Giselda Pereira
Recanto das Letras
Publicado no Recanto das Letras em 08/10/2009Código do texto: T1854750
5.7.11
A ZEBRINHA CURIOSA
Lilica era uma zebrinha muito curiosa.
Ela viu a Fadinha da floresta contando histórias e resolveu ouvir também.
A Fadinha contava a história do Mundo.Que Deus criou todos os animais e as pessoas.
Lilica queria saber o porquê dela ser listrada, e ela achava a Girafa Belinha bem mais bonita.
E a Fadinha explicava que todos têm sua beleza.Que somos diferentes uns dos outros, justamente para que o Mundo ficasse mais bonito.
Lilica contava pra Fadinha que o Leão se achava o mais bonito e que outro dia a Belinha tentava convencê-lo que existem outros animais bonitos também.
A Fadinha ficou muito feliz de ver Lilica participando da história.A Fadinha começou a falar dos animais que vivem na água,que embelezam as águas dos rios e dos mares.
Lilica falou dos peixinhos e depois dos passarinhos que embelezam o céu.
Lilica é uma Zebrinha curiosa e inteligente.
A Fadinha pediu pra ela sempre participar das histórias da floresta,para que outros animaizinhos conhecessem um pouco da sua própria história.
Lilica ficou toda feliz e prometeu à Fadinha que nunca mais ia ficar chateada,quando ficassem perguntando pra ela.
_Zebrinha ,você é branca de listras pretas ou preta de listras brancas?
E ela responderia apenas.Eu sou linda com essa pele que tenho e acima de tudo sou inteligente e feliz, porque Deus me fez assim.
A Fadinha ficou feliz e prometeu passear outra vez pela floresta e contar novas histórias.
Giselda Pereira
Gisis
Publicado no Recanto das Letras em 24/04/2011Código do texto: T2927850
6.6.11
Os Sonhos da Aninha
OS SONHOS DA ANINHA
Aninha, uma garotinha muito levada,estudiosa e risonha,sonhava com um mundo onde todas as pessoas se amassem, não houvesse brigas,nem crianças abandonadas, nem outras coisas ruins.
Todos os dias quando ela rezava antes de dormir, ela pedia tudo isto e muito mais, para o Papai do Céu e acrescentava:
- Olhe Papai do Céu, eu sei que o senhor anda muito ocupado mas será que dá para arranjar um tempinho e atender os meus sonhos? Se não der para atender todos, atenda pelo menos o primeiro, está bem?
Aninha dormiu, na sua cama quentinha,no seu lindo quarto e sonhou que Papai do Céu havia atendido o seu pedido, que todas as pessoas do mundo estavam se amando, se tratando com carinho e atenção e, por causa deste amor que ligava todas elas, os seus outros desejos se realizaram, naturalmente.
Quando Aninha acordou, contou para sua mãezinha e falou:
- Não é engraçado mãezinha? Eu pedi que todos se amassem e fui atendida também nos meus outros desejos.
A sua mãezinha olhou-a dentro dos seus olhinhos brilhantes e lhe disse:
- Sabe filha, o Amor realiza muitos desejos e milagres no mundo. É ele quem faz com que tudo aconteça!
Aninha pulou no pescoço da sua mãe, deu-lhe um abração bem apertado, um cheiro e um beijão e saiu cantarolando....
Gisis,vim matar a saudade e deixar esta historinha pra o Dudu!
bjinhos,soninha
19.4.11
Dudu e o Coelhinho de Chocolate
Era uma vez...(Dudu adora começar a história assim..)
Dudu e o coelhinho de chocolate
Dudu ganhou um coelhinho de chocolate.A noite o garoto começou ouvir ruídos estranhos.Resolveu ver o que estava acontecendo.
De repente o coelhinho pulou em cima da cama .Dudu se assustou.Como era possível.O coelhinho era de chocolate.Mas virou um coelhinho de verdade.Dudu começou acariciá-lo pra ver se era de verdade.O coelhinho começou a falar que sempre quando entregar um ovo de Páscoa pra alguém,nele coloque muito CARINHO E MUITA FÉ.Peça sempre a Jesus que dê proteção nos nossos caminhos.O coelhinho falava que adorava chocolate,porém que não comesse demais,para não ter problemas na barriguinha e depois ter que ir no médico.E Dudu ouvia tudo aquilo extasiado.
De repente Dudu acordou , era a vovó Gisis o chamando pra ir a Escola.Antes de tudo ele foi olhar se o coelhinho estava no lugar que ele havia deixado.Ele estava lá sim.E Dudu ficou pensando...Acho que foi um sonho!Um lindo e gostoso sonho!
Giselda Pereira
18.3.11
A Fadinha Que Virou Flor
A FADINHA QUE VIROU FLOR
Era uma vez uma fadinha muito linda.Na floresta os animais adoravam vê-la passar.Quando passeava pela floresta a sua luz clareava todo o ambiente.
De repente a fadinha parou de caminhar pela floresta.Os animais ficaram tristes,e não sabiam o que aconteceu.
Numa bela manhã o passarinho pousou numa árvore e olhando pro rio,viu uma bela moça se banhando.
Ao olhar outra vez ele não viu mais a moça,pois a mesma tinha se transformado numa bela flor.
O passarinho saiu cantando pela floresta e avisando aos amigos que a fadinha tinha virado uma linda flor e que as águas exalavam um perfume de rosas quando ela as tocava.
A fadinha com sua varinha de condão transformava em perfume as águas dos rios e salpicava de estrelinhas todo o ambiente.
Os animais ficaram felizes acreditando que naquela floresta não ia chegar a mão do homem para destruí-la.
Giselda Pereira
24.12.10
A Noite que Papai Noel Andou de Jangada
Numa cidade pequena morava uma familía.O pai era um pescador.As crianças brincavam sempre na beira do rio.A mãe colhia as frutas que eles mesmo plantavam.O sol era forte,mas o dia estava lindo.
Dalila era uma menina sonhadora.Ficava sonhando com Papai Noel e se perguntava se ele existia.Estava chegando o Natal e Dalila resolveu por em pratica um sonho seu.Ia fazer um pedido.De repente quem sabe ela era atendida.
Mas como o Papai Noel ia até a casa deles.Ele era velhinho e ficava ruim pra caminhar muito e atravessar aquela ponte.O irmão de Dalila deu a idéia de construirem uma jangada.Começaram a juntar madeiras.Fizeram as amarras e a jangada ficou pronta.Só faltava fazer a cartinha.
Na cartinha Dalila pediu uma rede de pescar para o seu pai,um chapéu para sua mãe, para protege-la do sol,uma bola para seu irmão e um livro de histórias pra ela.Dalila adorava ler e inventar histórias.Pertinho do Natal a menina colocou a cartinha na jangada e ficou a esperar que algo acontecesse.
Chegou a grande noite.Juntos louvaram o menino Jesus e depois foram deitar.Dalila não conseguia dormir.Julinho,o irmão de Dalila ,ouviu um barulho ,parecia que a jangada estava sendo usada.
Dalila não acreditou no que estava vendo.O bom velhinho já se afastava.A jangada já estava quase chegando no outro lado da margem.Dalila e Julinho correram pra ver o que ele tinha deixado.Juntos viram que os pedidos de Dalila tinha sido atendidos.
A menina foi ver o seu livrinho.Era lindo de um colorido que parecia um arco-íris.O titulo era : ACREDITANDO NOS SEUS SONHOS.E Dalila nunca mais esqueceu aquela noite que viu o bom velhinho.
Giselda Pereira
18.11.10
O PINTINHO
O pintinho
Eu tinha dez anos quando encontrei, entre minhas colegas, a primeira amiga de verdade.
Nossa camaradagem tornou-se a coisa mais importante para mim.
Entretanto, eu era de natureza exclusivista e me sentia violentamente enciumada sempre que ela manifestava interesse por alguma coisa que nada tivesse a ver comigo.
Mamãe compreendeu o que estava ocorrendo.
Fiquei encantada. Eram umas coisinhas lindas, feitas de suave veludo cor-de-ouro.
Em meu entusiasmo, colhi um deles na mão. Mas apertei-o com tanta força que por um pouco não o sufoquei. Ele, naturalmente, lutou para escapar até que, desvencilhando-se, correu para longe de mim.
Mamãe notou o meu desapontamento e disse:
— Pegue um outro, mas procure segurá-lo suavemente. Se você o prender com muita força, por instinto ele vai querer fugir.
Fiz uma segunda tentativa e o pintinho aninhou-se quietinho na palma de minha mão. Senti-me muito feliz e sorri para mamãe. Foi quando ela me disse:
— Sabe, meu bem, as pessoas, neste mundo, são como esses pintinhos. Quando agarramos com muita força aqueles que amamos, tentando aprisioná-los em nossa mão, eles, naturalmente, não se sentem bem. E lutam por readquirir a liberdade, como fez o primeiro pintinho que você pegou. Mas se os colocamos na palma da mão, sem fechar os dedos, de modo que sintam apenas o nosso calor, percebem logo que não desejamos aprisioná-los, pelo contrário, apenas aquecê-los com um pouco de nós mesmos, sem a pretensão de exigir-lhes nada. Foi o que sucedeu com o segundo pintinho.
Não quero dizer que deixei de sentir ciúmes, pois isso faz parte da natureza humana. Todavia quando o exclusivismo fala mais alto em meu espírito, controlo-me mentalizando a figura daquele pintinho na palma de minha mão.
Foi assim que aprendi a manter junto de mim aqueles que, pensando seriamente, desejo que permaneçam perto de meu coração...
Fonte: E, para o resto da vida ..., de Wallace Leal V. Rodrigues
Gisis
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12.11.10
O Dragão Medroso
O DRAGÃO MEDROSO
No meio da floresta morava uma familía.O pai, a mãe, e seus dois filhos.Certa noite ouviram um barulho estranho.De onde vinha aquele som assustador.Na floresta havia muitos animais,mas nunca tinha ouvido aquele ruído estranho.O menino resolveu olhar por uma fresta da porta o que estava acontecendo.Assustou-se com o que vira.Saiu correndo para contar aos pais.
Ele tinha visto um dragão enorme.Da sua boca saía muito fogo.Ele andava devagar,mas parecia se assustar com qualquer coisa.Até uma folha que caía,assustava o dragão.
Porém ele voltava,todas as noites e cuspia fogo, assustando a todos...
O menino lembrou-se que o dragão apesar de gigante se assustava facilmente.E teve uma idéia. Procurou a fada da floresta e pediu ajuda.A fada com sua varinha de condão,fez aparecer várias bolas de soprar.Reuniu a família e começou a explicar o que tinha de ser feito.
E ficaram esperando a noite chegar...
Anoiteceu e todos ficaram esperando.De repente ouviu-se o barulho e o clarão do fogo.Cada um pegou sua bola de soprar e começou a encher até estourar.
Com o barulho o dragão saiu correndo assustado e nunca mais voltou naquela floresta.
Giselda Pereira
31.10.10
Uma Família de Beija-Flores
"Henrique era um menino de 05 anos. Sempre que podia , ia até a oficina onde seu pai trabalhava .
Um dia, lá chegando, Henrique subiu em uma escada perto do telhado e qual foi sua surpresa ao ver um ninho de passarinho no caibro do telhado!
Quando Henrique ia colocar a mão, Sr. Antônio, o pedreiro que estava reformando a oficina, gritou:
_ Não, Henrique! Não coloque a sua mão aí...
_ Por que, Seu Antônio? - perguntou Henrique
_ Filho, este é um ninho de Beija-flor; há dias a mamãe beija-flor esta fazendo este ninho e ela não deve demorar a colocar os ovos; mas se você colocar a mão, ela abandonará o ninho - explicou Sr. Antônio
_Ué, e aonde foi a mamãe beija-flor?
_ Ela foi se alimentar. Você sabe como eles se alimentam
_ Não, como é?
_ O beija-flor se alimenta do néctar. .
Néctar é um líquido açucarado que certas plantas soltam, e quando a mamãe Beija-flor voltar, ela irá trazer mais galhos e raminhos para colocar no ninho e torná-lo mais macio ainda, mas se você tocar no ninho ela irá abandoná-lo..ok?
_ Ta legal. Seu Antônio, e quando irão nascer os filhotinhos Beija-flores?
_ Ah! Filho , primeiro a mamãe beija-flor ira colocar os ovos, depois eles serão chocados e aí o filhotes irão nascer.
_ Oba!! vou vir sempre pra ver como está ficando o ninho e ver também os filhotes nascerem!! Quero ver como é que é isso, sabe?
_ Sei sim, filho, sei sim.... respondeu Sr. Antônio alegremente.
Assim, Henrique obedecendo ao Sr. Antônio não colocou suas mãos no ninho e passou sempre a perguntar a seu pai como estava a mamãe Beija-flor, se já havia sido colocado os ovos ... Seu pai sempre lhe dizia que ainda estava tudo na mesma...
Até que um dia, seu pai chegou em casa com novidades...
Henrique, tão logo ouviu seu pai falar sobre novidades, foi logo perguntando:
_ Conta, Pai, conta!!! OS filhotes Beija-flores nasceram? estão bem? são muitos? como eles são?
_ Calma, filho, uma pergunta por vez - respondeu seu pai . Bem, os filhotes beija-flores nasceram, eles vieram em dupla, temos dois filhotes no ninho e eles estão bem. Quer ir comigo amanha à oficina para ver?
_ Ooooobbbbbbaaaaa! Claro que quero, Pai - disse saltitante Henrique.
No dia seguinte, após a escola, lá foram Henrique e seu pai para a oficina ver os filhotes beija-flores, ficou empolgado e pensativo ao mesmo tempo....e , após um tempo curto, perguntou:
_ Papai, Sr. Antônio, quando os filhotes ficarem grandes eles irão embora?
Sr. Antônio respondeu:
_ Filho, nessa época do ano há poucas flores por aqui e os filhotes quando crescerem irão em busca de um local onde poderão se alimentar. Você se lembra que expliquei a você qual era o alimento deles?
_ Lembro sim, Seu Antônio. Mas queria tanto, tanto que eles viessem pelo menos de vez em quando aqui...
_ Poderemos, então, fazer o seguinte: compraremos um alimentador de beija-flor e eles poderão vir sempre por aqui, o que vocês acham?
_ Ooobbaa! Boa idéia , Seu Antônio - respondeu Henrique - Mas...como é um alimentador de beija-flor?
_ É um potinho onde colocamos água com um pouquinho de açúcar para eles poderem tomar; mas aí você irá ficar responsável por sempre verificar como está este potinho, certo?
_ Ta certo, sim. fico sim tomando conta. Assim poderei sempre ver os beija-flores...
E assim fizeram eles e aquela família de beija-flores ficou morando na oficina e Henrique aprendeu a como cuidar dos pequeninos pássaros."
DESCONHEÇO O AUTOR
Gisis
27.10.10
OS TRÊS LÁPIS AMIGUINHOS
Era uma vez ...
...três amiguinhos que gostavam de escrever e desenhar.
Eles se chamavam: chapeuzinho verde, roupinha azul, e terno preto. Estavam sempre brincando de batalha naval, palavra cruzada,liga pontinhos e forca. Na escola eles passavam de mão em mão e todos gostavam deles.
Luizinho adorava ficar com o terno preto.Ele dizia que era o mais bonito e elegante e com ele podia escrever lindas poesias para a sua amiguinha a Rosita.
Mariana estava sempre pedindo o roupinha azul para ela escrever bilhetinhos para a sua mãezinha, pedindo docinhos e bonecas.
Já a Milla gostava mais do chapeuzinho verde e dizia que ele era macio e delicado e com ele ,ela iria fazer as cartinhas para Papai Noel e deixar guardadinhas até chegar o Natal.
Um dia os três amiguinhos estavam sozinhos na escola, deitadinhos dentro da caixa e estavam sem sono; então resolveram fazer uma aposta.
- Vamos ver quem faz o desenho mais bonito? - falou chapeuzinho verde.
- Vaaaammooosssss!!! responderam,com alegria, os outros amiguinhos.
Os amiguinhos levantaram-se, ficaram de pé sobre a folha do papel e começaram a riscar, mas eles notaram que não conseguiam fazer um desenho bonito, só rabiscos tortos. Entenderam que para desenharem algo bonito eles precisavam da ajuda das mãos de alguém. Então, eles voltaram para a caixinha, deitaram-se e foram dormir.
Pela manhã, quando as crianças e professores chegaram eles puderam então fazer lindos desenhos e graciosos bilhetinhos.
Nós somos como os lápis, só fazemos alguma coisa bonita se estivermos sob a inspiração de Deus.
bjs,soninha
7.10.10
O ECO
O ECO
Todos os dias o pequeno Henrique levava suas cabrinhas às montanhas para pastar.
Certa vez, uma delas, a Cigana, escapou e saiu correndo para um grande vale, onde o som ecoava.
Henrique chamava, - Cigana! E, ouvia, logo em seguida o som de sua voz repetir-se ao longe:
- ...Cigana!
Sem compreender o que se passava, Henrique respondia:
- Quem está aí? E novamente ouvia o som de sua voz repetir-se:
- ... Quem está aí?
Irritado, Henrique gritava: Não me imite seu bobo! E ao longe, o som repetia-se:
- ... Bobo!
Henrique xingava e o eco respondia:
- Venha cá! Vou dar-lhe uma surra!
- ...Surra!
Apareça seu covarde!
- ... Covarde!
Mais tarde, já em casa, a mãe de Henrique perguntou-lhe por que havia demorado tanto a regressar. Henrique explicou:
- Mamãe, não quis preocupá-la, mas uma das cabras fugiu para o vale e eu fui atrás dela. Mas, lá havia um menino malcriado e covarde. Ele me xingou e não quis aparecer, porque eu disse que iria bater nele!
A mãe de Henrique resolveu acompanhar o filho às montanhas no dia seguinte, combinando que, ao chegarem no vale
Henrique deveria chamar o menino malcriado perguntando-lhe se desejaria ser seu amigo.
- Olhe Henrique, falou a boa senhora, diga-lhe apenas coisas boas e bonitas, está bem!?
- Está bem, mamãe!
Ao chegarem no imenso vale, Henrique gritou alto e forte:
- Menino, quer ser meu amigo? Ouvindo em seguida:
- ... Amigo!
- Vamos brincar?
- ... Brincar!
Você é simpático!
- ... Simpático!
Então, a mãe ensinou o que era o eco, e explicou que com as pessoas também é assim.
- Quando quiser ouvir respostas agradáveis, comece você dizendo coisas agradáveis. Você verá, meu filho, que existe um ECO na alma de cada um de nós, que responde de acordo com aquilo que nos é dito!
Adaptação de história em quadrinhos de revista de bordo da VARIG
Gisis
3.10.10
O CARNEIRO REVOLTADO
Certo carneiro muito inteligente, mas indisciplinado, reparou os benefícios que a lã espalhava em toda parte, e, deste então, julgou-se melhor que os outros seres da Criação, passando a revoltar-se contra a tosquia.
Se era tão precioso, pensava, por que aceitar a humilhação daquela tesoura enorme? Experimentava intenso frio de tempos em tempos e, despreocupado das ricas rações que recebia, pensava apenas nos prejuízos que supunha sofrer.
Muito amargurado, dirigiu-se ao Criador : " Meu Pai, não estou satisfeito com a minha pelagem. A tosquia é um tormento...modifica-me, Senhor! "
O Todo-Poderoso indagou com toda bondade: " Que deseja que eu faça? "
Vaidosamente, o carneiro repondeu: " Quero que a minha lã seja toda de ouro. "
Assim que o orgulhoso ovino se mostrou cheio de pelos preciosos, várias pessoas ambiciosas atacaram-no sem piedade.
" Meu Pai, muda-me novamente! quero que minha lã seja lavrada em porcelana primorosa. "
Assim foi feito. Entrteanto, logo que retornou ao vale, uma ventania lhe quebrou todos os fios, cortando-lhe a carne.
" Pai, renova-me ...estou exausto, a porcelana não resiste ao vento! "
" Que desejas que eu faça? "
" Para não provocar os ladrões e nem ferir-me com porcelana quebrada, quero que a minha lã seja feita de mel. "
" Que desejas que eu faça? "
" Para não provocar os ladrões e nem ferir-me com porcelana quebrada, quero que a minha lã seja feita de mel. "
Logo que o pobre retornou ao redil, bandos de moscas asquerosas cobriram-no em cheio e, por mais que corresse campo afora, não evitou que elas lhe sugassem os fios adocicados.
" Pai, modifica-me, as moscas deixaram-me em sangue ! "
O Senhor indagou com paciência: " Que queres que eu faça? "
" Suponho que seria mais feliz se tivesse a minha lã semelhante 'as folhas de alface. "
O Senhor indagou com paciência: " Que queres que eu faça? "
" Suponho que seria mais feliz se tivesse a minha lã semelhante 'as folhas de alface. "
O carneiro voltou 'a planície na caprichosa alegria de parecer diferente, e quando alguns cavalos lhe puseram os olhos, não conseguiu melhor sorte. Os equinos prenderam-lhe com os dentes e, depois de comerem-lhe a lã, abocanharam-lhe o corpo.
" Meu Pai, não suporto mais! "
Como soluçasse compulsivamente, o Todo-Compassivo, vendo que ele se arrependera com sinceridade, observou:
" Reanima-te, meu filho! Que pedes agora? "
" Quero voltar a ser um carneiro comum, como sempre fui. Não pretendo a superioridade sobre meus irmãos. Hoje sei que meus tosquiadores não me deixaram feridas e sempre me deram de comer e beber carinhosamente. Quero ser simples e útil , qual me fizeste, senhor ! "
O Pai sorriu bondoso e falou:
" Cada criatura está colocada no lugar que lhe compete e, se pretendes receber, aprendas a dar. "
Então o carneiro, envergonhado mas satisfeito, misturou-se com os outro e daí por diante foi muito feliz.
Do livro Alvorada Cristã, Neio lúcio e F.C. Xavier, cáp.21
Galeria de imagens:Soraia Mendes
14.9.10
A ESTRELINHA QUE VIROU FADA
Certa noite as estrelinhas se reuniram.Elas queriam fazer uma festa.Todas estavam contentíssimas.Começaram a escolher o que iriam usar na festa.Um grupo resolveu ir de rosa.Ficaria lindo!
A Estrelinha Brilhante,falou que usaria uma coroa bem reluzente.Precisava ficar linda.A Lua estava como sempre deslumbrante.Não importava a fase que estivesse.Era sempre lindíssima.
Começou então a dar palpites.Falou pra elas que colorissem o universo.Usassem as cores do arco-íris.As estrelinhas aceitaram a sugestão da Lua.Finalmente chegou a hora da festa.
Todas estavam deslumbrante.
A Lua na sua altivez,poderosa como sempre começou a falar do motivo da festa.Uma das estrelas ia virar fada.Ia correr outros mundos,tornar encantada a vida de alguém.
Todas ficaram curiosas.
Quem seria?
A Lua continuou passeando entre elas,como sempre belíssima.Aguçava a curiosidade das estrelinhas.Os comentários era geral.Acho que sou eu ,falava a estrelinha Brilhante.
De repente a Lua pediu silêncio!
Ia anunciar quem viraria fada.A favorita ia ter muito trabalho,avisou ela .Precisava ter paciência ,pois as pessoas estão cansadas da realidade e de vez em quando querem ir para o Mundo Encantado.Aquela que está vestida de branco é a estrelinha que vai virar fada.
Por que a lua teria escolhido ela?
Ninguém quis se vestir de branco devido ficar apagada.pensavam elas.Essa estrelinha falou pra Lua que queria devido a suavidade do branco.E também porque foi a cor que ninguém quis.Ela resolveu ficar pra não deixar a cor entristecida.A Estrelinha ganhou a varinha de condão e foi a procura de pessoas que queriam sonhar.
Giselda Pereira
11.8.10
O MACACO TRAQUINAS E O QUITANDEIRO NONÔ
O MACACO TRAQUINAS E O QUITANDEIRO NONÔ
O velho Nonô estava muito furioso com o desaparecimento das suas bananas.Ele as comprava na fazenda do seu Ricardo e revendia na sua quitanda a fim de ganhar uns trocados para ele,a sua velha Nina e a neta Marli.
Nas últimas semanas as bananas estavam desaparecendo e ele não tinha conseguido descobrir quem era o ladrão. O velho pensou...pensou..e teve uma ideia:
- Já sei! disse para si mesmo.Eu vou pintar as bananas verdes com aquela tinta amarela que brilha no escuro e assim eu posso descobrir quem é o ladrão,depois que ele pegar as bananas.
Dito e feito! Seu Nonô foi à cidade comprou a tinta e pintou um cacho de bananas verdes.E não é que elas ficaram iguaizinhas às bananas maduras?!!
Deixou o cacho no quartinho nos fundos do seu quintal onde ele as guardava antes de levá-las para a quitanda, e foi dormir.Bem cedinho ele foi ao quartinho e deu por falta do cacho pintado mas teve que esperar a noite chegar a fim de tentar descobrir quem havia roubado.O quitandeiro passou o dia ansioso e,ao cair da tardinha ele já estava passeando pelo povoado,visitando os amigos na intenção de descobrir quem era o ladrão de bananas.
Pois bem, não é que na casa da comadre Maricota tinha um macaquinho todo brilhando por causa de uma tinta amarela?!
Quando ele avistou o macaquinho traquinas brilhando como o sol de verão,ele se dirigiu rapidinho para a casa da sua comadre e foi logo perguntando:
- Comadre Maricota, de quem é este macaquinho tão bonitinho?!
- É nosso compadre Nonô,vosmicê quer ele pro senhor?
- Quero sim,comadre, mas é pra dar uma boa surra neste moleque...
- Por que vosmecê está tão nervoso,compadre?
- Vassuncê não está vendo não comadre?!
- Vendo o que,compadre?
- A cor do macaco! disse o velho, já com raiva.
- Tô vendo sim senhor,,mas não sei o que foi isso não! respondeu dona Maricota,meio desconfiada.
- Foram as minhas bananas comadre! Foram as minhas bananas! O danado do macaco roubou meu cacho verde que eu pintei pra descobrir quem roubou os outros.
- Vixe Maria, falou sinhá Maricota,se benzendo e falando baixinho: cruz credo...cruz credo!
O quitandeiro nem esperou a velha curar do susto e já tinha pegado o macaco pelo rabo, deu-lhes umas boas palmadas na sua bundinha murcha, o traquinhas tentava se soltar mas não conseguia e ficava a soltar uns gritos tão altos que o povoado inteiro escutou.
No outro dia todos os moradores dali já sabiam o que havia acontecido e o macaquinho traquinas não mais voltou a roubar as bananas do seu Nonô.Quando ele queria,ele parava na porta da quitanda e ficava olhando o seu Nonô com o olhar "pidão" e o velho que tinha um coração de manteiga,se derretia todo e lá ía ele oferecer uma penca de bananas bem madurinhas para o macaquinho traquinas.
Seu Nonô tem um grande coração e o macaquinho traquinas aprendeu a lição....rs...rs...
Historinha feita com carinho para o blog da minha afilhada Gisis.
bjs,soninha
3.8.10
BILUCA DORMINHOCO
Biluca é um cãozinho muito dengoso e dorminhoco.Ele é pequenino e eu fico maluquinha para brincar com ele, mas ele passa a maior parte do tempo dormindo.Um dia eu tive uma ideia para eu poder brincar com o meu cãozinho.
Pensei:
- vou deixar a mamãe sair e vou jogar um balde de água fria nele e eu quero ver se ele acorda ou não acorda!
Eu já tinha visto,nos filmes, as pessoas fazerem isto com outras e elas acordavam, por que um cachorrinho dorminhoco não acordaria?! falei com os meus botões.
Esperei a mamãe sair , enchi o baldinho,que levo para a praia,com aguinha morna do chuveiro porque fiquei com pena de atirar-lhe água fria e parti na direção da sala onde biluca dormia na sua caixinha,como se fosse um anjinho caído do céu. No caminho,já perto de alcançar o meu objetivo,tropecei numa sandália que estava no caminho e...plaft! pluft! em dois tempos o baldinho caiu e derramou toda a água no chão da sala bem pertinho do tapete da mamãe.
E agora meu Deus! que faço?!
Corri ligeiro,peguei um pano de limpar chão e sequei tudo bem sequinho pois se a mamãe visse eu iria levar uma sova,com certeza! Fiquei bem quietinha no sofá assistindo TV esperando a mamãe. Enquanto esperava a mamãe, apareceu uma fadinha que me perguntou:
- Então Flavinha,gostou da lição de hoje?!
- Foi você fadinha quem me derrubou?!perguntei-lhe.
- Claro que não garota,mas foi bem merecida a sua queda pois você ia maltratar o biluca.Disse a fadinha.
- Eu não! Era só uma aguinha morna,não era nada de maus tratos.respondi ,já chateada.
- E se o biluca se resfriasse e morresse o que você faria?! perguntou-me a fadinha,me olhando bem séria.
- É mesmo! Sabe fadinha,nunca mais vou pensar em fazer este tipo de brincadeira com biluca nem qualquer bichinho. Eu prometo!
A fadinha beijou-me na face e falou:
- Você é uma boa menina.Flavinha,e muito inteligente.Você aprendeu rapidinho a lição.Lembre sempre que os animais precisam do nosso amor,carinho e cuidado. Eu já me vou e qualquer dia volto pra visitar você e o biluca, está bem?!
Estááááááá...eu respondia ao tempo em que bocejava e espreguiçava debaixo do edredon.Lá fora a cidade estava coberta de garoa e o friozinho estava arrepiando as primeiras pessoas que iam comprar pão.
Historinha feita com carinho para o blog da amiga Gisis.
bjs,soninha
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